Relacionar a problemática específica da população com a qual trabalhará com os processos sociais, culturais e políticos envolvidos, percebendo que a sua emancipação e autonomia são os principais objetivos a serem atingidos pelos planos de ação e de tratamento;
Compreender as relações saúde-sociedade, como também as relações de exclusão-inclusão social, bem como participar da formulação e implementação das políticas sociais, sejam setoriais (políticas de saúde, da infância e adolescência, educação, trabalho, promoção social etc.) ou intersetoriais;
Reconhecer as intensas modificações nas relações sociais, de trabalho e comunicação em âmbito mundial, assim como entender os desafios que tais mudanças contemporâneas virão a trazer;
Inserir-se profissionalmente nos vários níveis de atenção à saúde, atuando em programas de promoção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, além de programas de inclusão social, educação e reabilitação;
Explorar recursos pessoais, técnicos e profissionais para a condução de processos terapêuticos numa perspectiva interdisciplinar;
Compreender o processo de construção do fazer humano, isto é, como o homem faz suas escolhas ocupacionais, usa e desenvolve suas habilidades, reconhecendo-se e reconhecendo a sua ação;
Identificar, entender, analisar e interpretar as desordens da dimensão ocupacional do ser humano e usar, como instrumento de intervenção, os diferentes instrumentos humanos: o trabalho, as artes, o lazer, a cultura, o artesanato, o autocuidado, as atividades cotidianas e sociais etc;
Usar o raciocínio terapêutico-ocupacional para a análise da situação na qual se propõe a intervir, o diagnóstico clínico ou institucional, a intervenção propriamente dita, a escolha da abordagem terapêutica apropriada e a avaliação dos resultados alcançados;
Conhecer o processo saúde-doença, nas suas múltiplas determinações, contemplando a integração dos aspectos biológicos, sociais, psíquicos, culturais e a percepção do valor dessa integração;
Conhecer a atuação inter, multi e transdisciplinar e transcultural pautada pelo profissionalismo, pela ética e eqüidade de papéis;
Conhecer os principais procedimentos e intervenções terapêutico-ocupacionais usados tais como: atendimentos individuais, grupais, familiares, institucionais, coletivos e comunitários;
Desenvolver habilidades pessoais e atitudes necessárias para a prática profissional: consciência das próprias potencialidades e limitações, adaptabilidade e flexibilidade, equilíbrio emocional, empatia, autonomia intelectual e exercício da comunicação verbal e não verbal;
Desenvolver atividades profissionais com diferentes grupos populacionais em situação de risco ou alteração nos aspectos físico, sensorial, percepto-cognitivo etc.